Quinta do Vale Meao 2014

Douro Tinto

Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinta Roriz
Tinto encorpado
Servir a 16º-18º
Carnes vermelhas, Assados, Caça
Potencial de Envelhecimento
75.00 €
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iva incluído
Após um final de vindima de 2013 muito chuvoso, o Outono surgiu quente e seco com apenas 4 mm de precipitação em Novembro. No final do ano a chuva voltou em força e os meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro foram extremamente chuvosos – cerca de 400 mm, ou seja, um valor muito próximo da média anual desta sub-região. Neste período a temperatura foi sempre mais elevada do que o habitual o que conduziu a uma antecipação na data de abrolhamento de cerca de 15 dias em relação a 2013.

Contudo, durante o ciclo vegetativo a temperatura foi mais baixa do que a média o que, associado a uma precipitação regular de Março a Agosto fez com que os níveis de stress hídrico fossem muito baixos ao longo de todo o ciclo. Assim, obtivemos cobertos vegetais densos e uma produção equilibrada, o que conduziu a uma maturação perfeita. O facto de a temperatura ser mais baixa do que o normal, permitiu uma maior eficiência fotossintética das plantas e a precocidade do abrolhamento manteve-se até à vindima. Assim, iniciamos a vindima no dia 23 de Agosto com a casta T. Amarela. Dada a homogeneidade da maturação, avançamos rapidamente para as restantes castas e por isso, quando surgiram as chuvas de meados de Setembro tínhamos já cerca de 85% da vindima concluída.

O facto de no Douro Superior termos tido um ano mais fresco do que o habitual, sendo o nosso maior desafio a gestão do excesso de calor, permite-nos antever um ano de qualidade excepcional.

Enólogo: Francisco Olazabal.

14.5% Vol.
Muito concentrado na cor. Nariz de grande profundidade, complexo, com muitas nuances aromáticas, sem que nenhum aroma se sobreponha a outro. Na prova é vibrante, num conjunto de grande elegância, excelente integração da madeira, surpreende pela grande variedade de sabores, com um final de boca muito longo.
Quinta do Vale Meão

Em 1877 D. Antónia Adelaide Ferreira, já proprietária do maior património agrícola do Douro, comprou em hasta pública 300 hectares de terra virgem à câmara de VN de Foz Côa. O seu sonho era de construir a partir da nada uma exploração modelo, concretizando nela toda a vasta experiência acumulada ao longo da sua vida de empresária duriense.

Este projeto ambicioso foi totalmente levado a cabo entre 1887 e 1895. Foi a última e mais significativa realização daquela Senhora, que no entanto pouco dela apreciou, pois faleceu em 1896.

Desde então a quinta manteve-se sempre na posse dos seus descendentes. A partir dos anos 70 o seu trineto Francisco Javier de Olazabal assumiu a sua gestão e iniciou um longo processo de aquisição de partes indivisas dos seus familiares e comproprietários, e em 1994 tornou-se juntamente com seus filhos, único proprietário da Quinta. Até então as uvas da Quinta eram vendidas á empresa AA Ferreira S. A., fundada pelos descendentes de D. Antónia, e estavam na base de alguns dos seus melhores vinhos. Essa ligação continuou até 1998, ano em que Francisco Javier de Olazabal decidiu renunciar ao cargo de presidente de A. A., Ferreira S.A. para se dedicar juntamente com seu filho enólogo Francisco de Olazabal y Nicolau de Almeida, à produção, envelhecimento e comercialização dos vinhos da quinta, através da criação da sociedade F. Olazabal & Filhos, Lda.

Morada

5150-501 Vila Nova de Foz Côa
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