Naturais
Vale da Capucha Tinto 2011

Vale da Capucha Tinto 2011

Naturais

Touriga Nacional, Tinta Roriz
Tinto encorpado
Servir a 16º-18º
Carnes vermelhas, Carnes brancas, Queijo
Consumo Imediato
11.18 €
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  • 12
A Vale da Capucha é uma empresa familiar sedeada na Quinta de S. José, em Carvalhal, concelho de Torres Vedras.

É esta propriedade, desde há quase dois séculos, uma referência de sucesso na vitivinicultura da região. Tem como missão a produção de vinhos singulares nos seus atributos, adoptando técnicas culturais amigas do ambiente.

Para se consolidar com elevados padrões de qualidade e competitividade em todos os mercados onde actua, a Vale da Capucha para além de aplicar as melhores práticas nas áreas em que desenvolve a sua actividade, está atenta a todos os factores concorrenciais que vão definindo o seu posicionamento estratégico nos mais variados e exigentes mercados.

Este blend 55/45 de Touriga Nacional e Tinta Roriz foi pisado a pé, em lagares e envelhecido usando barricas.
A Touriga dá uma elevação floral – violetas – ao nariz, que se mantêm num palato “ameixoado”, bem emoldurado por taninos maduros mas presentes e acidez fresca. Carvalho apetitoso dá uma nota fumada, de charcutaria, ao final.
Vale da Capucha

A história de Pedro Marques é conhecida entre os jovens enólogos portugueses. Apesar de ser a quinta geração da sua família a fazer vinho, o jovem de 34 anos é o primeiro a ter estudado enologia. É também o primeiro a quebrar com a tradição da região, de focar mais na quantidade do que na qualidade. Nos dias de hoje, os vinhos que vêm exclusivamente da propriedade de 13 hectares da sua família, Quinta de S. José em Carvalhal, Torres Vedras, Lisboa, são rotulados Vale da Capucha. Marques fez os seus primeiros vinhos Vale da Capucha em 2009.

Instruiu também a sua decisão de fazer os seus vinhos naturalmente, sem adição de fermentos ou enzimas. Pelo contrário, o sumo das uvas colhidas à mão para o Vale da Capucha, repousa e fermenta naturalmente (com fermentos selvagens) nas borras a temperaturas relativamente quentes (cerca de 18 graus centígrados). Porquê?

Porque Marques valoriza a textura e o corpo acima dos aromas, especialmente os caracteres liderados pelo éster, derivados do próprio processo de fermentação. É, acredita ele, uma forma "de distinguir os vinhos". Além disso, ele pode permitir-se construir corpo e textura porque, como indica, ele tem o problema oposto à maioria em Portugal: a elevada acidez que mantém os vinhos Vale da Capucha tão animados.
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