Estagiou durante 6 meses em barricas de carvalho francês (60%) e carvalho americano (40%).
Teor Alcoólico: 14,5%
Cor: Aspeto límpido, cor violácea viva.
Aroma: Complexo de frutos vermelhos com tostados, sugerindo frutos silvestres. Paladar: Sabor rico a frutos vermelhos com muita persistência, equilibrado, redondo e com uma boa estrutura que lhe permite uam boa longevidade. Abrir de preferência 1 hora antes de consumir e servir a uma temperatura entre os 17-18º C. Dona Maria Tinto tem muito bom nariz, profundo e rico, complexo, lembrando bagas maduras, compotas, ligeiros recortes balsâmicos. Sedoso e apimentado na boca, com taninos redondos mas de perfil seco e austero, quase clássico, um tinto de muito bom equilíbrio global.
Vinhos Dona Maria
Só a partir de 1988 é que o seu atual proprietário, Júlio Bastos, começa a comercialização a nível nacional e internacional dos vinhos então produzidos nesta Quinta, os famosos Garrafeiras de 1985, 1986 e 1987, que sempre foram reconhecidos pela sua grande qualidade.
Em 1992, Júlio Bastos, pretendendo assegurar o seu crescimento e, ao mesmo tempo, o escoamento da produção, vende 50% da Sociedade Agrícola Quinta do Carmo aos Domaines Barons de Rothschild (Lafite). É nessa altura que a antiga adega é transferida da Quinta de Dona Maria ou Quinta do Carmo para a Herdade das Carvalhas, propriedade essa que, a partir dessa data passou a pertencer à Sociedade.
Nunca tendo deixado de pensar em voltar a fazer o seu próprio vinho, foi na entrada do novo milénio que surgiu essa oportunidade. Júlio Bastos decide então vender a sua participação na Sociedade Agrícola Quinta do Carmo, e recomeça este novo projeto, os vinhos Dona Maria.
Morada
Quinta do Carmo | 7100-055 Estremoz