Após 2 dias de maceração pelicular a frio seguiu-se a fermentação com temperatura controlada a 23ºC. Após a fermentação maloláctica e o estágio parcial de 4 meses em barricas de carvalho americano, o lote final foi colado e filtrado antes do engarrafamento.
Enóloga: Martta Reis Simões.
Teor Alcoólico: 13%.
Cor: Rubi carregado. Aroma: Limpo, notas de frutas vermelhas madura e ligeiro toque a madeira. Prova: Encorpado, redondo com taninos suaves. Final de Boca: Intenso, suave e agradável.
Quinta da Alorna
Antes de partir para a Índia como vice-rei, D. Pedro de Almeida Portugal, 1º Marquês de Alorna, mandou construir em 1725 o palácio que viria a ser palco de grandes acontecimentos históricos e culturais que marcaram o Portugal que fomos e somos.
Atualmente, a Quinta da Alorna é composta por três empresas administradas pela quarta e quintas gerações da família Lopo de Carvalho. A Sociedade Agrícola da Alorna, que é detentora das outras empresas do grupo, foi constituída no início do Séc. XX e congrega em si as atividades agrícola e florestal.
Há cinco gerações na família Lopo de Carvalho, a Quinta da Alorna continua a ser a casa que se orgulha da sua tradição, da sua história, e dos seus produtos. Uma história cheia de histórias, ou não fosse a Marquesa de Alorna uma admirável contadora de histórias.